domingo, 30 de novembro de 2014

Inaugurado nesta sexta-feira (28) na Estação Ferroviária de Ipu, Memorial da Música.


A majestosa Estação Ferroviária de Ipu reviveu uma noite memorável nesta sexta-feira (28-11-2014) com a inauguração do Memorial da Música Maestro Lázaro Freire, um evento da Secretaria de Cultura, à frente a secretária Sônia Pontes, um marco alusivo aos 130 anos da Banda de Música Municipal Maestro Lázaro Freire.
Para a Secretária de Cultura Sônia Pontes, a inauguração deste Memorial da Música reflete mais uma sala descritiva da belíssima Estação, uma forma de expor a nossa cultura material e imaterial, um marco ímpar na preservação de nossa cultura e acervo do patrimônio público.
O evento cultural referendou a trajetória biográfica do grande e saudoso maestro Lázaro Freire, um exímio mestre dedicado a música. Por duas décadas, conduziu majestosamente com muita competência, a Banda de Música Municipal.
Nos ritos históricos, já passaram pela Regência da Banda de Música o maestro Raimundo do Vale (1924); Mestre Marçal (1964 a 1979); Maestro Lázaro Freire (1979 a 1991) e nos dias de hoje, Maestro Jorge Nobre.

No loyalty descritivo, a Banda de Música Municipal Maestro Lázaro Freire foi fundada em 1884, considerada uma das mais antigas do Estado. A criação deste memorial abre as portas do museu da Estação Ferroviária para uma ala do desenho histórico nos caminhos da música, mais um instrumento público, um passo a passo para cultura ipuense. Fizeram-se presentes, o prefeito Sérgio Rufino, secretários, vereadores, lideranças políticas, mestres da educação de Ipu, familiares do homenageado e público presente. Apresentação da Banda de Música, Grupo de Chorinho e o Grupo SaxTeto.
PS.: Estamos trabalhando com a divulgação de eventos pelos telefones: (88) 9916-7711 (WhatsApp) e (88) 9600-1918. Nosso site não tem compromisso referendado com nenhum partido político, todo e qualquer evento aqui publicado, será postado como um trabalho de divulgação de cobertura profissionalmente realizado por nossa equipe de redação.

Academia Brasileira de Hagiologia

A Academia Brasileira de Hagiologia é uma academia dedicada ao estudo da Hagiologia, ou seja, dos santos, candidatos à honra dos altares, movimentos messiânicos e coisas sagradas e santificadas.
Foi criada em 8 de dezembro de 2004, ano do 150º aniversário da criação da Arquidiocese de Fortaleza; 140º aniversário de fundação do Seminário da Prainha, em Fortaleza; dia do 150º aniversário da proclamação do dogma da Imaculada Conceição e do 100º aniversário da coroação de Nossa Senhora Aparecida, por iniciativa dos advogados e escritores Matusahila Santiago e José Luís Lira, após criarem com sucesso a Academia Fortalezense de Letras, desta vez, acompanhados da desembargadora Gizela Nunes da Costa, fundaram a Academia Brasileira de Hagiologia (ABRHAGI).
Sendo a ABRHAGI a primeira academia no Brasil dedicada ao estudo dos santos, candidatos à honra dos altares, movimentos messiânicos e cousas sagradas e santificadas, é composta de 20 acadêmicos cearenses e 20 dos outros Estados da Federação, para garantir a abrangência nacional.
A ABRHAGI não tem caráter político-partidário, nem adota qualquer discriminação, notadamente, nos aspectos de religião, de sexo, de cor ou de raça e, ainda, não tem fins lucrativos.

A primeira diretoria ficou assim composta: Presidente de Honra: Dom José Bezerra Coutinho; Presidente: José Luís Lira; Vice-presidente: Matusahila Santiago; Secretária-geral: Gizela Nunes da Costa; Primeira-secretária: Maria Norma Maia Soares; Tesoureiro: José Olavo Rodrigues; Primeira-tesoureira: Irmã Elisabeth Silveira; Relações Públicas: Paulo Mindello.
A ESTAÇÃO: A estação de Engenheiro João Thomé foi inaugurada em 1910 com o nome de Charitos. Em agosto, cerca de três meses antes da inauguração da estação, passou ali o primeiro trem de lastro. O Engenheiro João Thomé foi uma das pessoas que estavam neste trem comemorativo. Mais tarde (quando?) a estação foi renomeada com seu nome. Com a união desta com a linha vinda de Fortaleza em 1950, passou a ser parte da linha Fortaleza-Crateús. Reparar que as estações deste trecho da Linha Norte da antiga Rede de Viação Cearense, que foram construídas pela já de muito extinta E. F. de Camocim são praticamente todas extremamente parecidas em termos arquitetônicos.

sábado, 29 de novembro de 2014

Aos Pais da Terra

Teu filho corre e é saudável?
Brinca com ele no campo da Vida!
Pois essa fase, além de divertida
deixa uma doce lembrança inapagável.

Teu filho não pode correr?
Brinca com ele carinhosamente!
O melhor remédio para o doente
é a Alegria, fazendo esquecer!

Teu filho vai bem nos estudos?
Parabéns pelo ilustre rebento,
que estudando usa o tempo,
mas brinque com ele, contudo!

Teu filho não consegue estudar,
por obra de enfermo retardo?
Não te esquece que ele está no aguardo
e também deseja rir e brincar!

Teu filho casou-se? 
Parabéns pelos netos e netas que virão,
sem esquecer que os netinhos desejarão
um vovô Alegre e muito brincalhão!

Para que esse mundo seja de Alegria
é preciso semear a esperança,
principalmente no peito da criança,
que será adulto um dia!

Comece em casa essa experiência
Vale a pena! Sorrir é viver!!!
E no Lar, quando o Amor renascer,
O mundo também sofrerá essa influência!

Olhe teu filho como amigo e irmão!

Ele precisa sentir-se igual,
e não deixa que lhe ocorra nada de mal,
e poderá ser teu pai na próxima encarnação!

Observe teu Lar com carinho!
A dedicada companheira que
todos os dias divide contigo
as lutas, as dores, as agonias.
Já pensastes se um dia ficares sozinho?

Abra as janelas para o Sol entrar!
Ame os teus, ame o mundo!
A Vida na Terra é um segundo,
não passe por ela sem Amar!

Reforme teu Lar com emoções!
Cante, dance, rega as flores!
Não nega para os teus amores,
a festa sublime dos Corações!

E quando o teatro da Vida mudar a cena,
e o colorido enfeitar teu jardim,
verás que tanto esforço assim pela Alegria,
Bem que valeu a pena!!!

 

 


 

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

GUARDIÃO DAS HORAS
Gostaria de falar-te sobre a beleza do mundo
Nada mais do que a beleza
Infinito instante de um tempo eterno
A palavra acenando
Ruas desertas!
Esculpindo os pássaros se amando
E troncos de arvores nos campos
Gostaria de falar-te sobre o poema
Cada palavra arde de paixão,
Cada intervalo agoniza na solidão
Nada define a história dos amantes.


Lourdes Sarmento

Os escritos da Página anterior são Sugestões para que aconteçam no Ipu.

PONTO DOS ARTISTAS E COMPOSITORES
Você pode dar mais emoção à sua vida como, as artes plásticas, com a música, o teatro a literatura, e outras formas de manifestações artísticas.

PONTO CULTURAL


Neste local você pode enriquecer seus conhecimentos com momentos de lazer cultural. Uma oportunidade de conversar com pintores, poetas, escritores, músicos e outros artistas. Um convite para pessoas que preferem o “ser” que o “ter”. Um encontro para você dizer o que sabe e perguntar o que não sabe.

Guardiões da memória, pessoas que se preocupam com a história da sua cidade, com os feitos de seus filhos, principais acontecimentos, fazendo a preservação de tudo, de todos, combatendo a história contada errada, com lacunas muitas das vezes acontecidas por problemas políticos pessoais e persiguitórios e muitos outros que caracterizam muitas das vezes da força do poder e das instituições dominadoras.
Formar galerias destes imortais que lutam e lustram no seu dia, a dia, pela verdade e beleza das coisas de uma localidade, cidade, sempre a TERRA NATAL.

Serenata Coletiva, conjunto de Seresteiros da Cidade, que se fazem acompanhar por um número expressivo de pessoas que ajudam a cantar uma serenata por ruas afora.

Rua das Flores, Rua da Saudade, Rua do Véu de Noiva, Rua da Bica, Rua do Ipuçaba, Rua dos Poetas, Rua Iracema, Rua José de Alencar, Rua Ipuçaba, Rua do Véu de Noiva, e etc.

As ruas constituem um relicário de nossas alegrias e tristezas. O sacrário de nossas recordações. O ponto de referencia de nossa cidadania. O primeiro beijo, a bodega da esquina, o bêbado, o intelectual, o filosofo de pé de balcão, o catecismo que passam no caleidoscópio da nossa imaginação. A rua é o museu dos nossos sentimentos. Testemunha silenciosa dos nossos sonhos e frustrações, os seus moradores embalam o saudosismo em tudo que se passou.

Não esquecendo que as ruas inspiram, funcionam como musa junto à árvore plantada e que serviu de abrigo para o primeiro encontro, para o primeiro abraço, para o encontro de seresteiros que varavam as madrugadas em serenatas, tendo somente a lua como companheira.
(Francisco Melo)



quinta-feira, 27 de novembro de 2014


Tatais - 31jul04 – 3:0h am, em São Paulo, numa noite de insônia.
Já que o compadre Xico Parnaibano tá de mal comigo, vou contar mais uma estória do Ipu do meu tempo. Lá vai.
Toda boquinha da noite, fora no inverno, tinha uma turma de > >"velhos" (40 anos prá cima) que se reunia na calçada do Cel. Joaquim Lima, quase do lado dos Correios. Tinha lá uma inscrição: VILA GESSY, d. Gessy era a mulher do Cel. Lima.
O grupo não seria constante, havendo alguns bissextos. Essa casa está em ruínas, mas era um sobrado admirável.
Era o próprio ex-prefeito e anfitrião, ex-deputado Abdoral Timbó, dentista e fumante inveterado de charutos Antônio Solon de Farias, ex-prefeito Oscar Coelho (cunhado de Lima), às vezes o médico Dr. José Evangelista, "Seu" Caninha (Frco.Souza Mello), tabelião Pedro Tavares e seu irmão Juvêncio, os irmãos Chico e Osvaldo Araújo, Frutuoso Aguiar Ximenes, "Seu" Cajão, Mané Bessa, Djacir Torquato, farmacêutico Edgard e seu irmão Chico Corrêa, Murilo e seu irmão Mauro Mota Dias, Joaquim Soares de Paiva, médico Pedro Romero, Antônio Pereira Martins ("Brasileiro", pai do hoje vigário de Viçosa), Antônio Teodoro, promotor Félix Aragão, Chico Lão, Pedro Félix de Oliveira, Portela da Magnólia, Zé Dias, Antônio Teófilo Dias, Chico e Zeca Aragão, Chico Melo (Nerol), Bitião Aragão, flautista Sebastião Soares, Zé Otávio (Pacote), Adalberto Aragão, Dr. Justo Ribeiro, Francisco Martins de Pinho, ex-coletor federal Bastos Bandeira, Freitinhas e Freitão, coletor federal Zé Meton, Mílton Aragão, ex-prefeito Chagas Pinto e seu filho médico Mílton Pinto, ex-deputado Áuton Aragão, Caboclinho Mourão, Aderbal Aragão, Joaquim Dias Martins, Antônio Martins (Barrão), João Camelo de Paiva, Antônio Martins Jorge, cel. Vicente Jorge, Félix (pai do Nazareno) e Luiz Alves de Freitas, Luiz Malaquias Sobrinho, Gonçalo Leite, sarg. Raimundo Nonato (TG 208), ten. Clóvis de Lima Pires, ex-prefeito Abdias Martins (pai de grandes médicos e um coronel do EB), ex-prefeito Antônio Pereira de Farias (pai do também ex-prefeito Milton Pereira), Afonso Pereira (pai do meu cumpadre Neném, o conhecido deputado Gomes Farias), poeta popular Chagas Torres, sarg. PM Mamede, Luiz Soares, Waldemar Feitosa, Jacob Ribeiro, Waldemar Flandeiro, ex-gerente do BB Argemiro L. Assis e seu colega Frco. Luiz Miranda, Leocádio Aragão, Janjão Campos, Odulfo Aragão, Gonçalim Sobrinho, Neném Magalhães, Zé Procópio, Chichico do Cartório, Cláudio Fontenele, Mané Aragão (Feioso), bodegueiro Mané Jorge, Raimundo Soares, Zé Osmar Pontes, Xavier Timbó, mestre-de-obra Mundim Umbelino, Pedro Melo (aplicador de injeções), Luiz Belém, Pedro > >Santos, Raimundo Heitor, Plácido Passos, Oscar e o mano Chico Marinho,Dadi e Wálter, Mané Coelho, Zé Joca, prof. Pedro Teles, prof. José Barreto, Mane do Céu, Vicente Belém Rocha, João Araújo, Pedro Mororó, prof. Heleno Gomes de Matos, Wílson Lopes, o grande mentiroso Artur (Tutu) e seu irmão Mestre Anjo, Francisco das Chagas Paz e seu irmão Antônio, José Gentil Paulino, Luiz e Egberto Paulino, Dodi, Totó, Zé do Mestre Anjo, Manelim do Bilhar, Chico Mouco e seu irmão "doutor" Guedes, os irmãos Cosme e Damião Pezão, os também irmãos João e Antônio da Caetana, o "chapa" Zé Pedro (o "Cinco") e seu filho Bimbim, o Jorge Coelho Alfaiate, João Severo, Parnaibano, Zé Bessa, Zé Pereira do Escondido, promotor Dr. Zé Barroso, prof. Jerônimo Azevedo Sá, Antônio Gomes da Tipografia, Mozinho, Hugo Madureira Coelho, Antônio e Chico Marrocos, Raimundo Sabino Marceneiro, Frutuoso Aguiar Ximenes, o prof. Moacir Timbó, Antônio Carvalho Martins ("Martinzão"), ex-coletor Osório Martins, Mané Taumaturgo, o leiloeiro Mané Papagaio, Miguel Bezerra, Inocêncio e Saturnino Veras, o craque Luiz Caburé, Manu Carlos(pai do empresário e político Zezé Carlos), "Seu" Duro, Totõe Quixadá, Tico (Mourão?), Quinca Soares (do Alto dos 14), Doca Doroteu, Zé Leopoldo, Zé Peba, Pé de Giz, Sitõe do Pistão, Zé Ribeiro do Sax, Chichico Soares, Zeca Soares, Gerardo Aires, Raimundo Lapinha, Gonçalo Manoel, Coronel Marinho (da Mina), Aroeira (da Várzea do Jiló), Vicente Soares, Naval Uchoa, Miguel da Jove, maestros Zezé do Vale e seu irmão Raimundo Vale, Dr. Reinaldo, Dr. Armando Louzada, ex-prefeito Rocha Aguiar, Cícero Mata-Rato, Almir Angelim, Luiz Mata-Rato, "Só-Bala", João e Zé Pereira, agrônomo Sérgio Pereira, ten. Zé Araújo, Chico Lima, Alvim e Pretim Melo, dentistas Cícero Paiva e Otávio Fonteles, cirurgião-dentisa Galileu Chagas, Zeca Tomaz (do quiosque), Zeca Soares, Tomaz Soares, "seu" Leó Pinho, Murilo de Magnólia, "Seu" Venâncio Bezerra, Chagas Venâncio (da Várzea do Jiló), Chico do Padre, Abelardo do Padre, Antônio Nicolau do Lima, Ribamar (Coré) Coelho, pastor Edward/d. Dorothy, Heron Madureira, pastor Aubry Clark, Joaquim do ten. Clóvis, Leléu e Galego Carvalho, Til e Tejinho Aragão, Assis Olho de Regada (Mororó), carteiro Antônio Parnaibano, João Camelo, Anastácio (Nerol) de Melo, velho Raimundo de Castro, Lira da Trompa, maestro Leonel, Zé do Mestre Anjo, Cabo Inácio e Wílson Lopes, Moacir (da camionete de Guaraciaba), beato Chico Matos, Chico Bacobaco, Alberto Aragão, Carlos Soares, José Itamar Mourão, João Mozart Martins, Chico Amaral, Neném Pereira, "véi" João Bessa, Mestre Chagas, "seu" Gregório, Zé Marques, Mauro Marcelino, Toim Belém, "escoteirim" Breguedé, Osvaldo Lopes, Mundico Leopoldo, Miguelim, Felinho Magalhães, seu "Mofo", major Áuton Aragão, Lauro Lagartixa, Simeão Veras, Célio e Luciano Marrocos, "Seu" Tatim, Raimundo Salu, Luiz Alberto Sabóia, Toim Lão, Cláudio César, Gilberto, Luizim e Adrião do Bastos, Zé e Gilberto Dantas, além de... bem, muitos e muitos outros.
Como a lista cresceu demais, fique como referência para alguém se lembrar desses nomes que são importantes, a estória nem tanto. Deixa prá lá.
Chico Parnaibano - 31jul04 – 8:30am
Mestre Tataz,
É muita gente. Como é que vc. consegue sialembrar de todo mundo?
Fiquei triste pela VILA GESSY desabando.
Deste mei de gente deve ter muita historia pra contar.
Que tal começar com Tutu viajando de marreca pru Piaui???
Xika tá me chamando pra comer tapioca com queijo.
Inté mais ver.
Chico Parnaibano
Tatais - 31jul04 – 11:30am
Pois não. Mas dindonde se lê BODEGUEIRO MANÉ JORGE, LEIA-SE bodegueiro Mané Rocha, ONDE BEBIA QUE RONCAVA O TIO Osório Martins, olhando pra Prefeitura.
Tatais - 31jul04 – 21:45h
Apois dindonde num se lê se leia Edson do Basto, Mané Tapioca (fii do Ant.Pereira Martins ou Brasileiro OU TOMÉM ONTÕE MARIANO), Chico (hoje monsenhô Martins da Viçosa), Cacá do Ontõe Mariano (hoje doutô Cacá), Edimir Martins, bote os pade tomém Cauby, Gonçalim, Moraes, Fulton, Francisco José Aragão (finado isturdia) e uzôto tudo, bote aí mais Moacir do Odulfo, Zé do Ontõe Aragão e seu primo Dequinha, Tavisca irmão do derradeiro, Ferrúcio Dias, Fernando Capote, Moacir Lão, Peneira, Murilo da Magnólia, João Mozart, Paulo Malaquia, Totõe Quixadá, Capitão PM João Ontõe (si num mingano), Dr. Reinaldo, Tomaz Suare, Zé Tamaturgo, Tauma, Teté Vizagapatan, Ubiratan Uchoa, Cosme e Damião Pezãos(os dois), Peneira, Toim e Muaci Lãos (os dois), Luiz Alberto Sabóia, Raimundo Salu, Gesu Ribeiro, Caçassamba Suare, Adelino, seu Zemartim Mocó, Chico Carnêro, Zeperêra do Iscundido, Totõe Eu Vi, Nêgo da Binidita, Ciço Rico, Vicente Rocha, o ladrão Jararaca, véi Simião, Muaci Marim (do bar Cruzêro) e seu subrim Bartolomeus, Simão Doido (subrim de dona Chicuta), Zeca Suare, Fanquim Lope, Abidoral Siquêra, Ontõe Martim Jorge, coroné Zearagão, os mudo Fontele, Zeabelardo Vera e seu mano Napulião, Quequezo Campo, Tomaizim, dom Grilo, Grilim, Tintim Procopo, Valtim Bizerra, Dadi Marim, Totó Martim, Chico Martim, Vicente Suare, Gerardo Taumaturgo, Meste Chaga, Zedanta, Zé do Beijamim, Benzim e Manim Magalhães, meste Almir do Beijamim, Carlos Alberto Evangilistra, Mane Cuêi, Chico Marim e o Marim fii dele, Mané da Luz, Mozar da Farmaça, Cordêro, Seu Môfo, Raimundo Nerol, Alderico Taumaturgo, Fundo de Coro (iscrivia a Vida dos Municipo), Gilberto Danta, Luizim do Basto, Edson Timbó, Pedro Trimilique e seu fii Petéle, Valdi Bizerra, dotô Vaudi dentista, Zé Tecoteco, Gonçau Gaspá, Gonçau Melo, Gonçau Manel, Ontõe Ciço, Luiz Duro, Sezim Gome, Mané Gome, biato Alfredo Gome (do Hotel Iracema), Bruziguim, Gonçau Pelado (vinha de São Binidito), golerão Chico Dia, Briba, Gessy e Djaci Torquato, dotõ Evangelista Torquato, prof. Gerardo Magela (vêi do Curu), Edvard Timbó, Itamar (Jubaia) Timbó, Osiris e seus irmãos Itamar e Ilmar Mourão, seu Cajão, véi Macário, Tubiba, Mílton e Alberto Aragão, Gerardo Suare, Bertim Aragão, Eurico Aragão, Juvêncio Tavare, seu Argemiro, seu Ciço e seu Seixa do Banco, Regino contino, seu Guilherme da Mundica, Antenô Balacó, Aureliano Suare, João Bosco Aragão e seus irmãos Chico e Luiz, Luciano Taumaturgo, Zé Lablau, Chico Dias (mudou prá Nova Russa) , Nelito Bizerra, Caboquim Pereira e seu irmão muito intiligente Gonçalim (morreu no avião), o Bila (da loteria), Manelito Paulino, Anastaço Canabrava, Raimundo Pinto, Zeferino de Castro, Bonifácio de Paiva, Pedro Raimundo de Oliveira, véi Misquita, seu Mendonça da Raimundinha, Lázaro Crescêncio, Aureliano Carvalho, Carlos Timbó, Abdoral Siqueira, Albertino (alfaiate), Martim Jorge, João Chiquim, Rodó (dizia chamar-se Rodolfo Cordeiro Neto, empregado do seu Caninha), seu Nagibe (morava no Reino de França), Arnaldo chofé, Mané Pretim, seu Doca da Lagoa, ..............FICA EM BRANCO MUITO MAIS
Gilberto Melo - 2 ago 04 – Rio de Janeiro
É tanto nome que não sei se saltei algum. Lembrei-me, porém, de três personagens que marcaram época no Ipu : o Mascão, o Bodão ( "cunhado!") e o Feroz.
tatais - 2 ago04
Apois seguro mais estes: - Mascão, Feroz (faleceusse ano passado), Bodão (acho que já saíu como ANTÔNIO e seu irmão JOÃO da Caetana - mas vai de novo, num tem importança), vai mais o MANU BALBINO e seus fii(tão prá Brasilha), Luiz Lampião (do seu Gonçalim Sobrim), Marne e seu irmão Vicente Belém mais o Toim qui taí no Ipu, Peba véi e Peba novo, Antõe e seu fii Mauro Marcelino (tá no Rio), Bel Simeão (grande craque, morreu on Rio), Caminhão (craque negão, do Ipu Futebol Crubio, centrava muito bem), Ésio Louzada, Careca da Estatística, Seu Suare do Correio, aquele telegrafista que casou ca fia do Mané do Céu, Seu Isaía da Estação, Gentil Marim (acho que já foi, mais vai de novamente), Sitõe Rodrigue e seus fii (um doto Ontõe qui tá prefeito do Quixadá), Zé Airto Misquita, Joaquim do Ten. Clóvi, Arcelino do Correi )(casou ca Melisante, tão no Camucim), Teuizo do bar, Eldo do dr. Armando juiz, Diassis Martim, Zecarlos Mororó, Zerodrigue.
e até aqui só os home....... venha mais....venha mais.
Cláudio César Martins – 3 ago 04
Antônio Carlos,
Aumentando a sua galeria de ipuenses do passado, aqui vão mais alguns nomes, todos com residência na Rua Boulevard D. Pedro II (Rua do Papoco): D. Madeirinha (casada com o Sr. João Severo), "Véi" Macário, seus filhos Expedito e Cacique, Manoel Coreira, Dianira, Manuel da Dianira (o terror da Rua), D. Bilica (casada com "seu" Manu), seus filhos Toinho, Antonino e Luisinho, D. Zita (casada com "seu" Gonçalo Melo), sua filhas Dora. Fátima e Maria Anali, seu filho Demontier (todos da ilustre casa dos Nerol) e D. Maria Augusta (casada com "seu" Abdoral Timbó. E por hoje é só.
C. César
Tatais - 3ago04
Apois aumente os nomi do Craudio Césa, apruveitano prá iscrevê os de Fransquim Mendes, Chico Mourão, Almir Mourão, João Mourão.
Si quisé butá os da muié (AINDA NUM TEM NENHUMA PRUQU~E NUM GOSTAM DE PROSA), vamu entonce cumeçá, quem quisé qui bote, sem isquecê os pobi homi, coitados qui num servi prá nada. Entonce cumeço com Donainha (minha mãe), Raimundinha, Mariinha,a d. Maria Luíza (minha avó), Luizinha do seu Pim, Fair Melo, Mocinha Melo, Tonha Melo Lima, D. Heloisa Marroco, Gonçalinha Aragão, Maristela Aragão, Laura do Janjão, Maria de Jesus do dito cujo, Suzana idem, Maria do Simeão, dona Gracinha, Patucina, dona Peinha (minha professora), Maria e Noemea Papagai, Idelzuite e Noeme, Mendes, beata véia dos Anjo, Raimundinha Mendonça, minha madrinha Odete Correa, Neide, Terezinha e Airte Malaquia (são as fêa...,isto é, lindas), Cunceição, Natália e De Jesus Viana, Pedim Mende (morreu ano trasado), dona Carmosa Cocó de Ata, Lusanira, Maria Naval, Nira do Jerome, Terezinha Araújo, Baíu Araújo (era a fêa...isto é, linda), Bolosa, aquela qui vindia bulim pula rua - comé?, Donzinha, Doninha, Marivone, Carmelita, Marialda, a Dade Moraes, prof. Maria Assis, vamos continuá adispois).
Abilio Martins
Tatais, sobre os moradores do Quadro, início de sessenta lá vai:
Pedro Mororó, Luiz Marques, Vicente Soares, pai do Alencar, na casa onde você morou; Luiz Caboré, um morador que náo me lembro do nome; Zé Joca; Freitinhas, depois morou o Tomáz do BB, genro do Seu Sitoin Rodrigues, sua tia, Dona Toinha e Chico Lima, ???, Abdoral Siqueira,onde morou a Dadá, minha bisavó; Jerônimo Sá, Gonçalim, do Lampião; Lauro Magalhães; Ivone; Miguel Firmino, Sitoin Rodrigues, Mundica, Célio Marrocos, Prof. Bruno, depois morou seu Antonio Pereira ou vice-versa; passa pelo beco da Beinha aí vem umas casinhas, uma delas morou o Chico Matos (me lembro vagamente dele); depois Chico Carneiro, Elias Mororó, Antonio Bessa ou José Bessa (sogro da Jesus ); Dr. Justo, depois morou a família Firmino; de lá pra cá: Valter Bezerra; Tomaz Soares; o colégio, passa pelo beco do progresso aí vem o Amadeu, seu Xerez (trabalhava nos Correios e esteve na Itália durante a 2ª guerra); Milton Aragão Soares, Chico Melo (da Dona Cesarina); Zezé Carlos; Frutuoso Aguiar Ximenes; o quintal do Dr. Evangelista, depois vem a casa do..... esquecí o nome dele, mas a sua mulher é Dona Estrela; os Taumaturgos, atravessa o beco da agência aí vem o Seu Bitião, depois a casa do meu inesquecível pai.
Nesse período, como não tinha, ainda, a Pracinha, as moças (meninas-moças) do Quadro: Cida e Telma Lima, , Vera Sá, Zelídia e Aparecida do Zé Joca, Itacira e Iraci do Luiz Soares, minhas irmãs: Fransquinha, Celininha e Dadazinha, Terezinha e Lourdes do Zé Marques, Dória da Dona Cesarina e outras, ficavam no meio do quadro com suas saias longas e largas sob a luz do luar, cantando: Quero beijar-te as mãos, minha querida.... ou senão: um violeiro em seresta..... ou senão, ouvindo as músicas do Nelson Gonçalves no mais alto som da "vitrola" do Jerônimo Sá: Jogo, jogo, deu vermelho 27.... ou: Carlos Gardel, Buenos Aires cantava....
Não digo que aquele tempo fosse melhor que este; mas guardo-o com muito carinho.
Abilio Martins
Chico Parnaibano - 9ago04
Chico Parnaibano
Mestre Abilio,
Quase que deu pra juntar todo o quebra cabeça do quadro da igrejinha. Os fragmentos de lembranças chegam aos borbotões.
Na casa de seu Frutuoso a gente batia na porta da casa dele e saia em disparada. Ele abria a porta furioso gritando: "Macaquitos, macaquitos peidulinos comedores de caroço de pitomba assada..."
Prof. Bruno "O Maligno" - assim por nós apelidado por ser muito durão, recém chegado ao Ipú, era professor de matemática e francês, estavámos no segundo ginasial - Ginásio Ipuense quando ainda era na casa do seu Antonio Pereira? - Pois é, o Prof. Bruno tirava o coro da gente, daí colocamos nele o apelido de Maligno, parece que foi Erival do seu Sitoin Rodrigues quem inventou o apelido. Mais o Prof. Bruno não sabia da existência do apelido. Até que um dia a classe toda fez um levante contra o Prof. Bruno. Escrevemos e desenhamos um bocado de sandices no quadro negro contra o Prof. Bruno, que ao chegar na sala de aula e se deparar com o que estava escrito no quadro negro ficou muito espantado ou chocado com os impropérios escritos e desenhados, começou a apagar tudo no quadro negro chorando e ao mesmo tempo nos dando uma lição de moral.
A partir deste dia o Prof. Bruno ficou uma sêda e a turma quase intacta, com poucas baixas chegou ao 4º ginasial com o professor, nosso mestre com muita competência, Lembro de poucos: Erival, Raimundo e Edvar (irmãos, filhos de seu Sitoin Rodrigues), Idalmir Filizola, Zé Mário Paulino?, Marconi Paes, Alberto Aragão (Alberto Cuiabá)... depois os outros nomes vão chegar na lembrança.
Chico Parnaibano
Na Rua do Papôco escutando Zé Ribeiro tocando o sax lá na zona: "Quem tiver mulher bonita esconda do gavião..."
Tatais - 9 ago 04
O do correi qui casou ca fia doMané do Céu é o Nele, tomém dito Nélis.Foissimbora, apois bote lá,Abil. Depois segui ozoto qui vc. disse do Quadro. Apois mande, mande, tabom?
Chico Parnaibano
Abilio:
Chico Matos era o antigo Chefe da Estação?
Morava sozinho, não tinha familia. Usava uma roupa bem antiga. Não tinha cinturão, eram dois laços que davam nós em cada lado dos cós da calça. Também usava colete de onde pendia um relógio de ouro e os botões do colete e do paletó eram de ouro, andava um pouco curvado por conta da idade e cumprimentava todo mundo inclinando a cabeça e retirando levemente o chapeu da cabeça.
É uma figura que me acompanha na lembrança pelos tempos afora. Mas não consigo lembrar o nome.
Pois bem: e o futebol do quadro da igrejinha?
Quem eram os jogadores?. Lembro de dois chorões Boy Aragão que terminava toda partida chorando querendo briga e outro era o filho de seu Albertino, alfaiate.
Agora é com você Mestre Abilio.
Quanto aquele tempo ser melhor do que este. Sei não. Sei não. A gente tinha tempo de sonhar.
Chico Parnaibano
Sentado ao pé do Cruzeiro da Igrejinha, ispiando a bola rolar.
Tatais, de São Paulo, em 9ago04
LI OS BILHETES DO ABILIO E DO CHICO PARNAIBANO.
Apois acrescente: marido de dona Estrela (fia do véi Jacob Ribeiro, já na lista) era o Jonas Taumaturgo, qui morou mais ela na casa que anos antes era do seu Tito da muié altona, Zita, irmã do Caboquim Mourão, depois morou o seu Carlos Timbó, passou pelo seu Hermógenes (pai do Zé Orion), no Quadro.
* O Chico Matos foi telegrafista da Estação da RVC, que já apareceu neste site em foto que fiz ao lado do pai do Abílio, o inesquecível amigo e parente Antoizão Martins.
** Dentre os jogadores das peladas do Quadro, destaco, pelo menos nas férias escolares, o Metonzim, filho do coletor Zé Meton, qui é advogado em Fortaleza salembrando sempre do Ipu, tinha o Luizim do Basto, o Gilberto Melo e tantos outros.
*** Filho do Albertino e de dona Zilma era o Chico, que hoje é jornalista lá pelo Sul e nunca mais deu notícia.
Tô cum sono e frio em SãoPaulo, vou prá minha rede, quaje duas hora, aqui num canta galo. ***
Abilio - 10ago04
Mestre Chico Parnaibano é impressionante a memória do Tatais. Mas mestre, aqui pra nós: você já prestou atenção no tamanho da cabeça dele? Mestre dá duas da minha. É sinal de inteligência né Mestre?
Mas mestre CP estão dizendo que estamos com o mal de Alzheimer, só nos lembramos do passado. Será? É não mestre. É que o nosso passado foi bom e guardamos com carinho especial.
Sobre os jogos no Quadro eu, na época, era um pequeno gandula. Mas lembro-me jogando naquela praça o Uruca e Antonio Joca do Zé Joça, Maurício, Pitote e Deta do Chico Lima; Oscar do Jerônimo; Erivaldo, Raimundo, Edvar e Carlão do Sitoin Rodrigues, Davi e Euribes do Miguel Firmino, Xavier, sobrinho do Luiz Xerez. os filhos do Tomaz Soares...., sem contar a turma da Estação e do Papoco.
Abilio.
Tatais - 11ago04
Retificanco e aumentando: mulher do Seu Tito, morador na casa que foi do seu Hermógenes, Carlos Timbó e Jonas Taumaturgo era DNA FRANCINA MOURÃO, parece que era professora das Escolas Reunidas, passava sempre lá prá aquele rumo do Beco. do Progresso quando eu era muito criança e ia prá casa de meu avô Zemartim Mocó. Ela morreu depois.
"" O Chico Mato nunca foi agente da estação da RVC, mas telegrafista Muito religioso, quando passava perto do telégrafo, porque sabia o Morse de cor, fechava os ouvidos e se afastava, "prá não ouvir segredo dos outros" - dizia.
** Agentes da Estação da Estr. de Ferro - RVC foram, que me lembre mesmo de notícia: Seu Dias, marido de dona Matilde (sogra do dr. Justo Ribeiro) , ou irmão dele, um e outro tios do hoje desembargador federal Geraldo Apoliano Dias, residente em Recife; depois veio Seu Isaías, genro do cel. Zé Aragão, cuja fotografia eu já mandei tempos atrás para a AFAI-Abílio; depois veio o Seu Carlito, último de meu tempo no Ipu.
*** A véia baixinha, morena e de cabelos brancos que andava vendendo "bulim" pela rua num tabuleiro era a CAROLINA, que morreu no Ipu com mais de 100 anos.
*** Aquele postalista (funcionario do Correio) que casou com a Melisante do tio Osório Martins é o Arcelino, morando com ela e os filhos em Camocim.
*** Mal de Alzheimer coisa nenhuma, Abílio, esse mal faz nêgo isquicido de tudo, gostando de comê cocô, se arrastando pelo chão sem conhecê ninguém. Acuma pode, se a gente tá sialembrano do povo de antigamente, né? Nóis tá é caducano mermo...
TATAIS< SãoPaulo, 11.08.04, dia do advogado brasileiro.
Edilson Uchoa Lopes - 12 ago 04
Na secção Curiosidades li um artigo do Tataz que discore sobre suas lembranças. Entre outras coisas, lembra-se o Tataz da disposição das casas situadas nas imediações da praça, bem lembrada por ele, da Avenidinha. Quero lembrar ao nosso prezado conterrâneo que entre a casa do sr. Xavier Timbó e a casa do sr. Zeca Paulino, encontrava-se a casa de meu pai, o sr. Raimundo Ribeiro Lopes.
João Antonio Martins - 13ago04
Ipu de Ponta-a-ponta Seu Tatais, P.E.D, ajunte a sua listagem de ipuenses, mais esses que ajudaram aumenta nossa população. Vicente Lúciox Dona Nazaré João Soaresx Tia Maria João Sulinox Toinha Raimundo cardosox Quiterinha Sgt. Agnelox Camerlia Carminda Dona sinhá - mae do toim Marinho Olavo Tubiba.x Betiza Dona Inocencia Antonio Bertoldox Nenê João bila x Tereza Deoclis,ou simplesmente Deó Chico anastáciox Maria Benjamimx Mundinha Antonio Ramos x Alzira Obedex Margarida Luis cardoso xToinha Antonio Bimbimx Esposa Pretinhox Rosa Retalho Antonio viúvoxMaria Cego sebastião Manuel miranda x Sinhá Rangelx Toinha Mestre Dedé Joao Rosax Toinha Zé Pedro ( mestre cinco) Raimundo Heitorx Nenca Gonçalo Carreirox Fransquinha Ananias x Raimunda Praça Abílio Martins Vicente Rochax Názia Riomar xSezinha Gessyx Maria Helena SouzaxLuiza Manuel assisxMaria Maura assis Memem Maria assis Roseli Bastos Pedro Tavares Pitax Nita Chico Paz João Italiano Antonio Bemvindo João batistax Berenice Claudiox Zuila Maria Vascocncelos Freitinha Zé Bessa Zé Naum Miro titox Ma. Anita Florival e Anete Dona Otília Chico Macarrão Toto Belucax Caçula Marco Belucax Munda e o Bureta... Obs. Quer os mininos dessa gente tbm?
Edilson Uchoa Lopes - 13 ago 04
Caro Abílio, Ao que me lembro, considerando o sentido Oeste-Leste(Bica-Estação) e a época em que lá habitei, a disposição dos imóveis era a seguinte: Residência do sr. José Osmar,Farmácia do sr. Paz, residências dos senhores Zeca Paulino, Raimundo Ribeiro Lopes, Xavier Timbó, Roque(Estrela Aragão), Dr. Rocha Aguiar, terreno baldio de propriedade de Abdoral Timbó, sr. José Jovita, sr. Pita, sr. Pedro Tavares, Família do Terso, cujo pai não lembro o nome, sr. Bastos, terreno Baldio de esquina, Bar do Tewilson, Escola e residência de Dona Maria de Assis, uma ou duas casas de quem não lembro os nomes e o Hotel Vitória.
Os dois ou três imoveis que faltam para chegar na Praça da Estação e os imóveis situados entre a Escola e o Hotel Vitória não me ocorreram, mas tenho certeza que outro Ipuense completará a relação.
João Antonio Martins - 14ago04
Caro Edilson, Completando até a estação tivemos: Antonio José( do BB); Sr Zé Bessa; Sr Solon ( dentista); Sr Manuel Assis; Totô Beluca; Chico Damasceno;depois Gessy Torquato; A mae do Jorge Madeira , que num sei o nome. A rua da Itália é com o Gerlene.
Abraço João antonio Recado ao Abílio e seu Tatais.
" Isto vai dar samba" Obs.: Nem que seja do crioulo doido!
.Quem se atreve desencadear os moradores da Rua da Goela? Rua da Itália? Padre Feitosa?
Extraído do "Livro de Visitas - 21fev2005
Reminiscências
E-mail: adri.irvine@bol.com.br
Comentários: Se não me falha a memória, entre as décadas de 50 e 60, moravam na Rua da Goela, no sentido do Quadro ao Grêmio, as seguintes pessoas:esquina do lado direito da rua,casa do Pedro Mororó, Dona Biluca e Gonçalinha; casa do Luís Soares e Dona Pureza, casa da Maria Correa e José Dias; casa da Dona Zilma e Sr. Ernestino; Socorrinha e Francisco,Gonçalinha; Casa do Sr. Humberto, Dona Lenir e filhos; casa de José Otávio e d. Maura; casa do Sr.Leonardo e Senhora, pai do Luís( Tabaco); na próxima casa moraram: José Procópio, Manuel Luís e Vicente Soares; na seguinte residiram: Sr. Pichico (Tio do Dião); Dona Iaiá Sabóia e Luís Alberto; Antonia Procópio(Toinha); na casa seguinte: Sargento Nonato do Tiro de Guerra;posteriormente Chico Andrade; na esquina tinha um armazém dos irmãos Soares (Adelino, Luís, Sebastião).
Do lado esquerdo da rua , no sentido Quadro Grêmio, moravam na esquina Sr Bastos , Dona Maria e filhos( esta casa foi dividida e morou o Manuel do Banco); na próxima casa morou um pastor americano de nome Dalton com seus familiares e, posteriormente, Raimundo Lopes ( fabricante de sombrinha); a casa seguinte foi um cine dos Fonteles, cuja música que iniciava a sessão cinemátográfica era Calu;na outra casa moravam o José Vasconcelos, funcionário do Banco do Brasil e depois Gerente; na casa seguinte morava o Sr Eurico Martins e depois o Gonçalo Melo; na outra casa moravam o Abdoral Siqueira e Dona Maria, seguida pela casa de Dona Inacinha; a outra casa do Sr.Parnaibano e Dona Nenem Torres; a casa seguinte da esquina, que tinha uma palmeira imperial no quintal, foi utilizada como Escola Profissional, como AABB,e moraram , posteriormente, o Sr. Chico Aragão, Dr. Rocha, Vilmar Fonteles.
Continuando, pelo lado direito, após a esquina do armazém dos irmãos Soares... continuaremos em outra oportunidade. Solicitamos ao Senhor Francisco Parnaibano que corrija ou acrescente algo , caso tenha havido um lapso de memória, pois o mesmo passou parte de sua infância na referida rua.







quarta-feira, 26 de novembro de 2014


No dia 06/12 – às 16 horas, por ocasião da XI Bienal Internacional do Livro, no centro de Eventos do Ceará, a Editora Premius estará publicando os Livros, Nos Respingos da Madrugada, Ipuenses, do Prof. Mello e Dr. Jeronimo Sá Junior e À Sombra do Tamarineiro da Professora Eunice Martins Sentir-me-ei muito honrado com a presença de todos os meus amigos aqui do Ipu, da Colônia Ipuense aí em Fortaleza, enfim a todos que poderem brindar conosco este extraordinário momento de felicidade. Sem esquecer os meus ex-alunos e alunas enfim a todos que possam comparecer.



Resgatando a época dos alto-falantes
Artigo de Aramis Millarch originalmente publicado em 27 de janeiro de 1988
A feliz idéia de implantar rádios populares na periferia de Curitiba, num trabalho de integração comunitária, é uma espécie de sofisticação dos antigos serviços de alto-falantes, que durante décadas se constituíam em válida forma de comunicação nos bairros e cidades do Interior. Especialmente nos fins de semana, em festas paroquiais, junto aos circos e parques de diversões - que praticamente desapareceram a partir dos anos 70 - os serviços de alto-falante, com sua linguagem própria, rodando antigos sucessos em frágeis 78 rpm (quando ainda não existia o elepê), levavam a alegria e a comunicação a muitas comunidades. xxx Até hoje, nunca houve preocupação de se estudar a função social-cultural que os serviços de alto-falante representam em todo o Brasil (e que ainda subsistem em algumas comunidades menores). Muitos profissionais do rádio começaram dentro de serviços de alto-falante, como locutores e técnicos. Bonitas vozes se revelaram e a improvisação que os "animadores" faziam, especialmente nas "dedicatórias" das músicas - "o rapaz de terno de linho branco oferece a guarânia "Índia" para a moça de blusa vermelha e saia azul que está na roda gigante" - marcava uma época. xxx Em Curitiba, chegaram a existir mais de dez serviços de alto-falante, alguns dos quais representaram, por anos, a sobrevivência profissional de algumas famílias. Hoje, praticamente inexistem em termos autônomos - e através da rádio popular, a Fundação Cultural estará oferecendo aos bairros um veículo que fala de assuntos locais, transmitindo inclusive partidas de futebol (o fim do chamado "futebol de várzea" é outro aspecto a ser estudado na transformação urbana), substituindo, felizmente, a linguagem pasteurizada, cansativa e imposta com o pior da música - tanto nacional como internacional - que as AMs e, especialmente, as FMs, trouxeram nestes últimos anos. Uma reação popular, humilde - mas profundamente honesta e coerente, com gosto de povo, à falsa elite e a linguagem pernóstica, falsamente acariocada, que os jovens "comunicadores" das rádios particulares insistem em impor junto aos ouvintes.


No dia 06/12 – às 16 horas, por ocasião da XI Bienal Internacional do Livro, no centro de Eventos do Ceará, a Editora Premius estará publicando os Livros, Nos Respingos da Madrugada, Ipuenses, do Prof. Mello e Dr. Jeronimo Sá Junior e À Sombra do Tamarineiro da Professora Eunice Martins Sentir-me-ei muito honrado com a presença de todos os meus amigos aqui do Ipu, da Colônia Ipuense aí em Fortaleza, enfim a todos que poderem brindar conosco este extraordinário momento de felicidade. Sem esquecer os meus ex-alunos e alunas enfim a todos que possam c
omparecer.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014


No dia 06/12 – às 16 horas, por ocasião da XI Bienal Internacional do Livro, no centro de Eventos do Ceará, a Editora Premius estará publicando os Livros, Nos Respingos da Madrugada, Ipuenses, do Prof. Mello e Dr. Jeronimo Sá Junior e à Sombra do Tamarineiro da Professora Eunice Martins Sentir-me-ei muito honrado com a presença de todos os meus amigos aqui do Ipu, da Colônia Ipuense aí em Fortaleza, enfim a todos que poderem brindar conosco este extraordinário momento de felicidade. Sem esquecer os meus ex-alunos e alunas enfim a todos que possam comparecer.


sábado, 22 de novembro de 2014

Santa Cecília é a Padroeira dos Músicos
No dia 22 de novembro celebramos a santidade da virgem que foi exaltada como exemplo perfeitíssimo de mulher cristã, pois em tudo glorificou Jesus. Santa Cecília é uma das Mártires mais veneradas da Idade Média, tanto assim que no século V uma Basílica foi construída em seu nome. Em meio a tantas lendas o que sabemos de mais real é que Cecília tinha sido uma bela cristã que, segundo o costume, foi prometida pelos pais em casamento a um nobre jovem chamado Valeriano. Aconteceu que no dia das núpcias, Cecília em meio a hinos de pureza que cantava no íntimo do coração, partilhou com transparência o fato de ter consagrado sua virgindade à Cristo, e que um Anjo guardava a sua decisão. O pagão Valeriano respeitou Cecília, mas disse que somente acreditaria se contemplasse o Anjo; deste desafio Cecília tirou a conversão do esposo que foi apresentado ao Papa Urbano preparado e batizado, juntamente com um irmão de sangue. Depois de batizado Valeriano contemplou a Anjo de Cecília que possuía duas coroas (Simbolo do Martírio),as quais soaram como profecia, pois por primeiro morreu Valeriano e seu irmão por causa da fé e dias seguintes Santa Cecília sofreu o martírio pela espada cruel; a padroeira dos músicos, que no Céu canta louvores ao Senhor, teve suas cordas vocais cortadas.

Oração de Santa Cecília - Padroeira dos Músicos

Deus, Nosso Pai, a exemplo de Santa Cecília, entoemos um Cântico de Louvor pelas Maravilhas que nos concedeis, Vós nos deste Jesus Cristo, Vosso Filho, para ser o nosso Redentor! Vós o ressucitastes e nos deste com Dom, o seu Espírito, nosso Consolador! Em união com todos os Anjos e todos os Santos, queremos cantar: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus dos Exércitos, Os céus e a terra proclamam a vossa Glória, Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor, Hosana nas Alturas! "Piedosa Santa Cecília...oferecei nossos cânticos ao Senhor".

Oração do Músico

Senhor, Jesus Cristo, Somos notas diferentes na mesma pauta do Reino de Deus, Nós Te Louvamos por este tempo de pausa, de silêncio. Lembramos que a quietude de Tua mãe, Maria, permitiu que ela respondesse, sim! E a Canção se fez gente, e habitou no meio de nós (Jo 1,14). Temos timbres diferentes e exatamente por isso podemos cantar a trinitária harmonia dos acordes da fé, da esperança e do amor. Que possamos unir nossas diferenças para que a canção seja mais santa e mais bela. Sabemos que na vida existem acidentes. Mas não nos deixes cair na desafinação. Que possamos ouvir a voz uns dos outros, seguindo as Tuas orientações e movimentos, nosso maestro maior! Alerta-nos para que saibamos obedecer os sinais de expressão: Desde o pianíssimo e oculto serviço da composição, até a fortíssima visibilidade de nossa canção nos Meios de Comunicação. Acima de tudo nós Te pedimos: Lembra-nos que a clave é quem dá o nome, a altura e o significado de tudo o que cantamos. E a nossa clave és Tu, Sol nascente, Luz do Alto, que veio nos ensinar a profetizar pela canção, com os olhos para o alto e com os pés firmes no chão. De todas as verdades És o supremo cantor. Senhor Jesus, Nossa boca cantará o ritimo do Teu coração. Unidos cantaremos a Tua eterna canção de Amor. Amém!



Oração do Músico

Deus, Todo-Poderoso, que nos destes a vida, os sons da natureza,

o dom do ritmo, do compasso e da afinação das notas musicais,

dai-me a graça de conseguir técnica aprimorada em meu instrumento,

a fim de que eu possa exteriorizar meus sentimentos através dos sons.

Permiti, Senhor, que os sons por mim emitidos

sejam capazes de acalmar nossos irmãos perturbados,

de curar os doentes e de animar os deprimidos;

que sejam brilhantes como as estrelas

e suaves como o veludo.

Permiti Senhor, que todo o ser que ouvir o som do meu instrumento

sinta-se bem e pressinta a Vossa Presença.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014



Hino de Santa Cecília.

Hino de Santa Cecília - Letra e música

Publicado em 25/02/2014 às 08:21 - Atualizado em 25/02/2014 às 08:31

Sob um passe de luz que do alto
Desenhou fabuloso destino
Tu surgiste a sorrir no Planalto
Resultado de um sonho divino
Pelos sulcos que incessantemente
O arado em teu chão canta a abrir
Veja a pauta onde a boa semente
Vai compondo a canção do porvir

Terra adorada, Santa Cecília
És exemplo e tradição
Da explendente, maravilha
Que se opera no sertão
Quando a fé e a coragem
De uma gente nobre e audaz
Transparecem na mensagem
de trabalho, amor e paz

Nos teus passos há toda firmeza
De quem sabe que Deus os conduz
Porque sente frenir a riqueza
Deste solo em torrente de luz
Minha Santa Cecília querida
O teu nome soberbo e gentil
Qual um cântico à força da vida
Vibrará pelos céus do Brasil.