domingo, 16 de maio de 2010

Poesia

Dia de Feira

Numa manha luminosa,
Manhã sazonal,
Do oitão do Ipu,
Contemplo os dourados
Reflexos do sol,
Sobre as cristalinas águas
Do Riacho Ipuçaba.
Passarinhos atenuam o vôo,
E pousam sobre,
Os galhos de uma frondosa, cajazeira,
Salpicada de,
Frutos.
A distancia um “pregão” anuncia
Tapiocas, broas e
Manzape
É...
O despertar da cidade.
Era sábado, dia de feira.

Nenhum comentário:

Postar um comentário