sábado, 27 de agosto de 2016

O Tempo

O trato, a simpatia, alguns favores,
Sem intenções segundas, por ideal!
Capitalizam forças contra o mal,
Mitigam do vizinho os dissabores.

Feitios, às vezes tomam multicores,
Por atrofia do senso emocional
Daquele que confunde a sombra e o real,
Muda dos fatos timbres e valores.

Seguem todos na vida seus destinos,É um acendrado estimulo os anima
Na travessia crucial de peregrinos,


No fim da estrada próxima do termo,
Revive aquela inquieta e velha estima,
Reação sem fruto de um amor enfermo

POEMA CLASSIFICADO.

Orientado por edital público, o Concurso Nacional Novos Poetas, Prêmio Poesia Livre 2016,
 recebeu no período de 05 de dezembro de 2015 a 05 de março de 2016, o total de 3.105 inscrições de todo o Brasil.
A Vivara Editora informa que recebeu da comissão julgadora, no dia 18 de março,
a lista protocolada dos 250 candidatos classificados no processo seletivo.

Parabéns! O seu poema foi classificado e fará parte do livro, Antologia Poética, Prêmio Poesia Livre 2016.

É um orgulho fazer parte desta grande comunidade literária. Novos Poetas.

Seu Editor,
Isaac Almeida
 
   
Lista dos Classificados publicada em 20 de março de 2016.
   


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

HINO  DO IPU


Letra e música de: Zezé do Vale

 Terra cheia de encantamento
E de eterna bondade,
Sempre no meu pensamento
No meu sonho de ansiedade
Quero cantar tua beleza
E o teu o doce passado
Terra do meu coração
E do meu amor
És toda minha adoração.

Terra do meu berço, ó meu poema.

Foste à preferida de Iracema

Que percorreu teus prados
De esmeralda em flor                                            
Num lindo sonho de amor.

Tens o véu de noiva do Ipuçaba,
Num murmurejar, que não se acaba.
Terra querida, Ipu minha eterna saudade,
Quisera adormecer sorrindo
À luz do teu olhar

SAUDADES DO IPU

Letra e música de Anastácio Magalhães

Desce triste para o chão
A cascata cor de prata
E véu de luz do luar
Sobre a serra, em luzes se desata.

No silencio do luar
Sob a paz das noites frias,
Soluça triste minh’alma
Nas asas de dor, da agonia.

Ó que santa poesia
Sobre as orquestrações das águas
Vou cantando triste
A minha dor suprema.
Na tortura do meu peito,
No cantar das minhas magoas.

Tudo anda a cantar
No azul da serra
Minh’alma erra
Seja bendita esta terra
De minh’alma
Cantando muito tristonho
Em noites calmas,
Que noites de amores
Suspiram flores,
Ao luar...
Amo a minha terra
Adormecida na serra


De prata e de amizade.



Termo indígena que significa “lugar das fontes” ou “logradouro das nascentes”. Foi aí que originou o nome do nosso riacho, o riacho Ipuçaba, que nasce e morre no município de Ipu (Ig= água + Pu= queda = Queda D´agua na língua tupi-guarani). Sua nascente principal fica situada no sítio São Paulo a 16 km da sede e em torno de 750 m. de altitude.
O riacho Ipuçaba possui uma extensão de 26 km, desaguando no rio Jatobá. O riacho pertence à bacia hidrográfica do rio Acaraú, sendo o riacho Ipuçaba afluente do rio Jatobá e, o rio Jatobá um dos principais afluentes do rio Acaraú. É considerado um riacho de porte médio, perene e corta toda a cidade de Ipu. Com o desenvolvimento da cidade, o Ipuçaba foi se tornando mais poluído, recebendo atualmente cerca de 200 litros de esgotos por segundo.